Trama

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Mensagem por Vidente em Sex Jan 13, 2017 6:26 pm

Trama




780 d.C, a Escandinávia divide-se agora em três reinos: Reino da Noruega, Reino da Suécia e Reino da Dinamarca. À pulsos firmes e fechados estes mesmos são encabeçados por homens que se dizem com a benção dos Deuses, assim, tendo em mãos o destino de deus povos crentes, as ações destes poderosos homens tem uma reação em cadeia para o futuro de qualquer um que segui-lo.

O verão tinha a cor vermelha, uma mancha que crescia e tomava tudo em volta. A celebração do fim do inverno e das novas tomações de terras parecia nunca ter existido com tamanha desgraça eminente. O rei que se encantava pela cor vermelha acabou dormindo para sempre em um mar dela saindo de seu corpo repleto de facadas. Um pagão qualquer com uma faca qualquer era o que se comentava, mas este mesmo com os bolsos fartos de ouro e uma ganância capaz de trair seu mandante. Rurik Wolff, deixando seu reinado, sua mulher, filhos e povo para trás, e com tamanha inconformidade, sentava-se junto aos Deuses no grande salão à espera do destino que estaria por vir bem longe de Valhalla.

No mundo dos homens, Vagn Grådig proclamava-se rei da Noruega e Dinamarca, declarando guerra contra a Suécia. Com medo e sem opções, a viúva do rei Rurik cuidava de garantir sua segurança arrumando um casamento de interesses, um casamento que decidiria o destino de ambos os reinos, mesmo que a união não fosse aceita de coração, os Deuses queriam isso.

Vagn Grådig, era blasfemado por muitos, era considerado um traidor, um fraco, desonesto e infiel aos Deuses. Todos sabiam que sua punição seria memorável, e foi. Alguns meses após os primeiros conflitos pelo poder da Noruega ter começado, a Dinamarca via-se com uma grande baixa em seu povoado, uma infestação sem explicação e fatal estava por trás disso. A doença era descrita pelo reinado como “a morte que ganha forma e que dolorosamente te leva com ela”, não havia cura, mas quando o filho mais velho de Vagn morreu a doença parecia ter se desfeito. Nunca mais houve tal infestação. Os rumores que vinham das alegavam a previa da punição dos Deuses a Vagn, a alma de seu filho e de boa parte de seu povo era o começo do que os Deuses fariam pela traição do homem.

Quando o verão dava adeus deixando aquela mancha memorável e o inverno ia se aproximando, a Escandinávia estava em uma guerra civil, consequentemente as invasões não tinham previsões, Vagn Grådig estava morto. Com a morte como sua companheira de cama, ele ardeu em febre por trinta dias infindáveis, as dores o faziam desejar a morte. Sua mulher, a rainha, era a principal suspeita, olhos que muito viam diziam que ela o envenenou em nome dos Deuses para o terror que estava sobre o povo fosse desfeito, e os pedidos de misericórdia fosses ouvidos.  Olga Barmhjertig , ou Olga a misericordiosa, reina sobre a Dinamarca com certa privação sobre suas ações e decisões que vão ser tomadas, mas uma coisa está clara, a morte de seu filho não passará em branco. Ambiciosa ela não quer só o que tem, mas diferente de seu marido, ela tem o povo ao seu lado. O jogo de uma rainha é diferente do jogo de um rei.

As baixas foram grandes, todos pretendem reerguer-se no inverno, montar novos exércitos, treinar novos guerreiros e ter mais filhos. O casamento entre a Noruega e a Suécia finalmente será realizado, a aliança será firmada perante os Deuses e um novo futuro está logo ali no horizonte.
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